Saneamento

Artesanato

Terra profundamente ligada aos rios e ao transporte fluvial, Constância vê nas miniaturas de barcos a memória do tempo dos seus varinos. Desse tempo vêm também as bonequinhas que as mulheres dos marítimos confecionavam, aproveitando o tempo e restos de tecido, para depois venderem e minorarem as suas carências.

Bonequinhas

bonequinhas

Mais antigas do que a nossa memória, sempre jovens e belas nas mãos de uma criança, a alindar um recanto, a despertar-nos lembranças, a encantar-nos os olhos.

Singelas mas elegantes e de uma imensa dignidade, transportam consigo sinais da identidade de Constância, das suas raparigas, das suas mulheres, das suas mães – e das mãos, também de mulher, que as fazem desde não se sabe quando.

Foram ganha-pão caseiro, nos tempos dos marítimos do Tejo, quando os homens embarcavam e as mulheres ficavam em casa, cuidando dos filhos e aproveitando o tempo e os restos de tecidos para fazerem bonecas. Vendidas às grosas para as feiras da região, alimentavam os sonhas das meninas que as compravam e minoravam as carências das mulheres que as faziam.

Hoje, como sempre, discursam no feminino. Como Constância, Vila Poema, de onde são filhas e orgulho. E são bonequinhas, não por serem simples ou pequenas, mas por levarem em si, a começar pelo nome, toda a ternura do mundo.

Não há no país quem tenha
Mais arte, mais elegância,
Quem seja mais popular
Que as bonequinhas de Constância.

Teatro constanciense, anos 50

Logo da Câmara Municipal de Constância

Contactos

Câmara Municipal de Constância
Estrada Nacional 3, n.º 13
2250-028 CONSTÂNCIA

 249 730 050
(Chamada para a rede fixa nacional)
 geral@cm-constancia.pt

LIVRO DE RECLAMAÇÕES Um instrumento de cidadania legalmente consagrado

Redes Sociais

facebook instagram twitter
Acessibilidade

Localização

Cofinanciado por
Cofinanciado por